Uma das coisas mais importantes que você pode fazer pela sua produtividade

Acho que eu já deixei bem claro aqui que produtividade envolve alguns fatores, relacionados ao uso de ferramentas, escolha de técnicas e métodos e desenvolvimento de uma mentalidade que se reflete em comportamentos e hábitos diários. E qualquer que seja a sua definição pessoal de produtividade, existem certas coisas que indiscutivelmente contribuem para que ela melhore.

Uma delas, que eu considero indispensável: não confiar apenas na memória para se lembrar das coisas que precisam  ser lembradas. Eu já fiz um post bem legal aqui no blog que fala justamente sobre a relação entre memória e produtividade. Baseando-se em estudos científicos sobre o funcionamento da mente e em recomendações de especialistas em produtividade, a conclusão é uma só: confiar apenas em nossa mente para se lembrar das coisas é, além de falho, cansativo estressante.

No post linkado eu falo mais sobre isso, mas o que se sabe é que o processo de recuperação de informações não é eficiente, tanto pela quantidade de conteúdo a que estamos expostos e que é constantemente processado pelo cérebro, quanto por como e quando essa recuperação feita. E no post de hoje eu quero apresentar 3 formas simples de tirar do cérebro a tarefa de lembrar das coisas. Quando você não depende apenas da sua mente para se lembrar, o estresse mental é menor e a chance de se esquecer de coisas importantes é significativamente diminuída. Além disso, sua mente funciona de forma mais eficiente para realizar outras atividades mais importantes: ter ideias, resolver problemas, ser criativo.

oculos sobre uma caderno e uma canetaFoto de Dan Dimmock em Unsplash

As sugestões a seguir tem a mesma essência: registrar as coisas em algum lugar de forma que elas possam ser consultadas em qualquer momento que você precisar da informação registrada. No entanto, são diferentes porque tratam de diferentes categorias de coisas que precisam ser lembradas. Vamos a elas:

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Agenda, planner ou bullet journal: qual escolher?

O primeiro conteúdo aqui do blog esse ano foi sobre as minhas ferramentas de organização. E nele eu disse que, depois de alguns anos usando bullet journal, em 2020 eu decidi usar um planner. E isso levou a uma pergunta que antes do post já haviam me questionado, mas depois dele começou a aparecer com mais frequência: por que o planner e não o bullet journal? Ou por que o bullet journal e não um planner? Ou, na verdade: por que escolher um e não o outro? Como eu faço para escolher?

E essa pergunta é ao mesmo tempo fácil e difícil de responder. Fácil porque a resposta é simples: escolha o que atende as suas necessidades. Difícil porque muitas vezes não sabemos exatamente quais as nossas necessidades (aí entra o autoconhecimento que eu falei no post da semana passada). Mas difícil também porque muita gente que está começando nesse mundo da organização não sabe exatamente qual a diferença entre um planner e um bullet journal. E ainda tem a tradicional agenda. Então, o post de hoje é para dar uma ideia geral das caraterísticas de cada um e para qual tipo de perfil eles seriam mais indicados.

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Usando o método DRD para organizar suas tarefas e planejar sua semana

Eu já fiz um post aqui no blog sobre o livro do Geronimo Theml, Produtividade para quem quer tempo. Esse livro é ótimo, porque ele é super completo, quase um guia passo a passo para ser uma pessoa mais produtiva. Ele traz muitos conceitos e técnicas úteis, mas vai além disso, propondo reflexões que ajudam a entender exatamente o motivo do uso de cade técnica e porque a aplicação de cada conceito é importante.

O post de hoje é sobre uma técnica desenvolvida pelo Theml, que ele entende como sendo uma evolução da agenda. Acho que todo mundo que busca ser mais produtivo entende a importância de se planejar e manter suas tarefas organizadas. Existem diversas formas de fazer isso: listas de tarefas, calendários, as tradicionais agendas, planner, bullet journal, aplicativos de celular.

Muitos especialistas da área de organização e produtividade defendem que a agenda deveria ser usada apenas para marcação de compromissos, para coisas que envolvam dias e horários específicos e prazos. Até certo ponto faz sentido, mas de qualquer forma precisamos também de algum lugar para anotar nossas tarefas. O importante é separar de forma clara o que tem prazo e o que não tem, o que é compromisso e o que é tarefa, o que tem que ser feito em determinado dia e o que você gostaria de fazer naquela dia.

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