Minhas ferramentas de organização para 2021

No começo do ano passado eu fiz um post compartilhando quais ferramentas eu iria usar para me organizar em 2020. Achei uma boa ideia fazer esse ano de novo, apesar de existirem poucas mudanças do ano passado pra cá. Mas como de vez em quando aparece alguém perguntando, fica aqui a versão mais atualizada do que eu uso.

Como eu já expliquei no post de 2020, às vezes eu mudo as ferramentas, seja porque algo na minha rotina mudou, porque a minha forma de pensar as coisas está diferente ou só pra testar uma ferramenta nova mesmo. E apesar de ao longo do ano passado ter testado alguns aplicativos, eu acabei voltando para as ferramentas que são as bases do meu sistema.

A principal diferença, que eu já tinha adiantado em um dos últimos posts do ano passado, é que eu voltei ao usar bullet journal, depois de um ano usando planner. No post de 2020 eu contei que tinha optado pelo planner por conta da praticidade de não ter que ficar criando os layouts, apesar de amar o bullet journal.

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O Método Bullet Journal, Ryder Carroll – parte 2

O post de hoje é continuação da semana passada, sobre o conteúdo do livro oficial do método bullet journal, quem tem o mesmo nome e foi escrito por Ryder Carroll. No post anterior eu falei sobre as duas primeiras partes do livro: a Preparação e o Sistema. Hoje vamos falar sobre as três últimas partes: a Prática, a Arte e a Conclusão.

Resumidamente, a primeira parte apresenta o método, explica a ideias que o orientam e indica o que é necessário para usá-lo. E a segunda parte explica a essência da metodologia: quais são os conceitos chaves, como funcionam e porque devem ser usados; e termina como um passo a passo para começar seu bullet journal.

Como o próprio autor afirma, e eu concordo, essas duas primeiras partes são fundamentais para quem não conhece ou nunca usou a metodologia, porque explicam tudo que é preciso para começar a usar. Ele explica também que a terceira parte (a Prática) explora as fontes, a filosofia e a ciência por trás dos elementos do bullet journal, de forma que esse conhecimento permita personalizar o método de acordo com as suas necessidades. Se essa terceira parte traz detalhes que mostram o raciocínio e a história que sustentam a estrutura do método, a quarta parte (a Arte) traz exemplos de como aprimorar os conceitos básicos, para deixar ainda mais claro e fácil de entender como adaptar À sua realidade. A última parte, como o próprio nome diz, traz um conclusão encerrando o conteúdo apresentado.

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O Método Bullet Journal, Ryder Carroll

Em janeiro eu fiz um post aqui contando quais ferramentas de organização eu iria usar esse ano. Clica ali no link se quiser ler o post todo, mas uma das coisas que eu comentei foi que, depois de 3 anos usando bullet journal, esse ano eu usaria um planner. Pois bem, foi o que eu fiz e foi uma experiência legal mas para 2021 eu decidi voltar para o bullet journal.

O planner me atendeu bem até certo ponto, mas em determinado momento eu senti falta de mais espaço para escrever, para pensar (rs). 2020 foi um ano atípico e, por consequência, cheio de imprevistos e mudanças de planos. E eu senti falta de conseguir fazer revisões, reflexões e (re)planejamentos, já que não tinha esse espaço no planner. Claro que eu podia usar um bloco de notas ou uma folha qualquer, e foi o que eu fiz, mas uma coisa importante para mim quando se fala de organização é centralizar, odeio ter anotações em folhas soltas e post its perdidos por aí. E aí eu fui enchendo meu planner de folhas extras e no final ficou tudo meio bagunçado, o que me irritou um pouco.

De qualquer forma, a experiência serviu para me mostrar que o bullet journal é mesmo a melhor ferramenta para mim. Preciso da flexibilidade que ele proporciona, do espaço não delimitado e da facilidade de encontrar as anotações que eu já fiz. Entretanto, uma das coisas que me fez decidir usar um planner esse ano foi a questão do tempo gasto para montar e organizar os layouts do bullet journal, e olha que eu nunca tive o hábito de decorar ou enfeitar. Mas admito que sempre gastava um certo tempo pesquisando inspirações para os layouts mensais e semanais.

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Agenda, planner ou bullet journal: qual escolher?

O primeiro conteúdo aqui do blog esse ano foi sobre as minhas ferramentas de organização. E nele eu disse que, depois de alguns anos usando bullet journal, em 2020 eu decidi usar um planner. E isso levou a uma pergunta que antes do post já haviam me questionado, mas depois dele começou a aparecer com mais frequência: por que o planner e não o bullet journal? Ou por que o bullet journal e não um planner? Ou, na verdade: por que escolher um e não o outro? Como eu faço para escolher?

E essa pergunta é ao mesmo tempo fácil e difícil de responder. Fácil porque a resposta é simples: escolha o que atende as suas necessidades. Difícil porque muitas vezes não sabemos exatamente quais as nossas necessidades (aí entra o autoconhecimento que eu falei no post da semana passada). Mas difícil também porque muita gente que está começando nesse mundo da organização não sabe exatamente qual a diferença entre um planner e um bullet journal. E ainda tem a tradicional agenda. Então, o post de hoje é para dar uma ideia geral das caraterísticas de cada um e para qual tipo de perfil eles seriam mais indicados.

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Guia rápido: Bullet Journal

Acho que a maioria das pessoas, se não sabe o que é, pelo menos já ouviu falar do Bullet Journal. Eu mesma já devo ter mencionado o assunto aqui algumas vezes. Mas para quem não sabe do que eu estou falando, vamos lá. Bullet Journal (ou Bujo ou – traduzindo – Diário em Tópicos) é um método de organização desenvolvido pelo designer americano Ryder Carroll.

Segundo o próprio criador trata-se de uma metodologia que pode ser melhor descrita como “uma prática de atenção plena (mindfulness) disfarçada de sistema de produtividade. Foi projetado para ajudá-lo a organizar o que, enquanto você permanece ciente do motivo.”

O método tem um site oficial onde é possível aprender todos os detalhes sobre seu funcionamento e como usá-lo. Todas as informações desse post foram traduzidas de lá. Mas, antes de passarmos as explicações quero ressaltar que, apesar das regras desenvolvidas pelo seu criador, trata-se de um método extremamente flexível. Você não precisa fazer tudo exatamente como as instruções originais.

Acredito que para quem nunca usou o método seja válido seguir as instruções ao pé da letra. Se você ver que tudo funciona bem para você, ok, continue. Senão, faça qualquer adaptação que julgar necessária. É aquilo que eu não me canso de dizer por aqui: qualquer método de organização e produtividade, para realmente funcionar tem que se adaptar a sua rotina e não ao contrário. Senão, será só mais uma coisa chata e complicada, que não te traz benefício nenhum.

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